Magé ganha novo grupamento dos Bombeiros para combate a incêndios florestais e resgates em áreas remotas

O Governo do Estado inaugurou, na última quarta-feira (11), a nova sede do 2º Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente (GSFMA) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), no bairro Fragoso, em Magé, na Baixada Fluminense. A unidade, construída na Rua Expedicionário Otacílio de Souza, amplia a cobertura operacional da corporação e reforça a proteção de áreas ambientais estratégicas da região.

 

Durante a cerimônia, o governador Cláudio Castro destacou que o fortalecimento da corporação é prioridade da atual gestão. Segundo ele, a instalação da nova sede permitirá atendimento mais ágil, aumento da segurança da população e maior cuidado com áreas de mata e locais de difícil acesso.

 

Especializado no combate a incêndios florestais, o novo grupamento terá como foco a atuação em áreas de preservação ambiental, além de realizar resgates complexos em terrenos acidentados. A estrutura também funcionará como um quartel convencional, atendendo diferentes tipos de ocorrências.

 

A unidade vai atender o 6º distrito de Magé, parte do 5º distrito do município, além do 3º distrito de Duque de Caxias e regiões da Serra de Petrópolis. Ao todo, mais de 220 mil moradores serão diretamente beneficiados com a nova base, que deve reduzir significativamente o tempo de resposta às emergências.

 

Com a mudança, a antiga instalação do grupamento em Fragoso passará a sediar o Grupamento de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, ampliando ainda mais a capacidade operacional do CBMERJ na Baixada. A permanência das duas estruturas em Magé consolida o município como ponto estratégico para operações de emergência e proteção ambiental no estado.

 

De acordo com o subcomandante-geral da corporação, coronel Luciano Sarmento, a inauguração integra o planejamento do projeto Bombeiro 100%, que busca expandir e descentralizar o atendimento. Ele ressaltou que a nova unidade deve reduzir o tempo de resposta em áreas mais afastadas e também funcionar como quartel-escola para formação de especialistas em incêndios florestais, além de servir como base de apoio em situações de desastre na região serrana.